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Mostrando postagens com o rótulo Educação Inclusiva
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  O PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA O planejamento pedagógico tem como finalidade definir os objetivos e as estratégias que orientam o processo de ensino e aprendizagem. No contexto da educação inclusiva, o planejamento deve ser contínuo e colaborativo. Ao mesmo tempo, deve valorizar os interesses e atender às necessidades de cada estudante. Isso significa pensar aulas desafiadoras para todos, diversificando as formas de apresentar e explorar os conteúdos curriculares. Quem deve planejar as atividades para os alunos com deficiência? O responsável pelo planejamento - para todos os estudantes - é o professor regente. No entanto, essa não precisa, nem deve, ser uma tarefa solitária. Ao contrário, a perspectiva inclusiva prevê que o processo de elaboração do planejamento pedagógico inclusivo seja colaborativo, envolvendo a participação das famílias e até mesmo dos alunos, como protagonistas do próprio processo de ensino e aprendizagem. Assim, outros professores ...
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  METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA As estratégias pedagógicas correspondem aos diversos procedimentos planejados e implementados por educadores com a finalidade de atingir seus objetivos de ensino. Elas envolvem métodos, técnicas e práticas explorados como meios para acessar, produzir e expressar o conhecimento. No contexto da educação inclusiva, recomenda-se que o ponto de partida seja as singularidades do sujeito, com foco em suas potencialidades. Se, por um lado, a proposta curricular deve ser uma só para todos os estudantes, por outro, é imprescindível que as estratégias pedagógicas sejam diversificadas, com base nos interesses, habilidades e necessidades de cada um. Só assim se torna viável a participação efetiva, em igualdade de oportunidades, para o pleno desenvolvimento de todos os alunos, com e sem deficiência. (1) Como desenvolver estratégias pedagógicas inclusivas? O ponto de partida deve ser o próprio estudante. É preciso empenhar-se em conhecê...
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  O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESPECIAL (1) A Educação Especial e o currículo Ainda há espaços que compreendem o currículo como mero guia de conteúdos a serem administrados aos estudantes. Tem-se hoje a consciência de que a real concepção do mesmo está muito além dessa perspectiva. Isto é, compreende-o como uma trajetória a percorrer muito além do caminho meramente de conteúdos a serem compridos. Ele pode ser compreendido como um contexto de produção de significações, onde habitam as diversas identidades que são forjadas em meio a um campo de luta e conflitos pelo domínio do saber e do poder. As teorias do currículo, entretanto, na busca de compreender o sentido e o significado fazem o seu cruzamento com aspectos que superam os limites de sua configuração prescritiva, especialmente as teorias críticas e pós-críticas. As concepções atuais acerca do currículo são oriundas da perspectiva pós-estruturalista, que concebe a ideia do sujeito como um ser centrado em sua s...
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  FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSIVA (1) Quem são os alunos? São pessoas que apresentam significativas diferenças físicas, sensoriais ou intelectuais, decorrentes de fatores inatos ou adquiridos, de caráter permanente, que acarretam dificuldades em sua interação com o meio físico, moral e material. (2) Classificação e caracterização dos alunos especiais São inúmeras as desvantagens e desvios existentes na classificação de pessoas em categorias, mas acabam tornando-se necessárias principalmente do ponto de vista da administração do sistema educacional. 2.1 Excepcionais intelectuais 2.1.1 Superdotados 2.1.2 Deficientes mentais (a) Educáveis (b) Treináveis (c) Dependentes 2.2 Excepcionais físicos 2.2.1 Deficientes físicos não sensoriais 2.2.2 Deficientes físicos sensoriais (a) Deficientes auditivos (b) Deficientes visuais 2.3 Excepcionais psicossociais 2.3.1 Alunos com distúrbios emocionais 2.3.2. Alunos com desajustes sociais 2.4 Excepcionalidade múltipla 2.4.1 ...
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O EXERCÍCIO DO PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA IGUALDADE ISONÔMICA POR MEIO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Por JORGE ESCHRIQUI A Constituição da República Federativa do Brasil aborda no artigo 5.º o princípio da igualdade nos seguintes termos: "São iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade [...]". De acordo com este princípio constitucional, o exercício da cidadania tem como base a ideia de condições isonômicas para que os indivíduos possam usufruir os seus direitos e cumprir os seus deveres, impedindo-se, assim, tratamentos discriminatórios perante a aplicação das normas jurídicas em decorrência de diferenciações de sexo, raça, religião, convicções filosóficas ou religiosas, orientação sexual, classe social e "deficiências". Embora teoricamente as diferenças econômicas entre os indivídu...
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  A IMPORTÂNCIA DO PROFESSOR PARA O SUCESSO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Por JORGE ESCHRIQUI O professor tem um papel importante na educação inclusiva, pois a sua atuação no processo de ensino e aprendizagem é fundamental para a formação dos estudantes para o exercício de uma cidadania que deve ser pautada no respeito e reconhecimento das diferenças entre os indivíduos. Isso demanda uma mudança de mentalidade e atitude por parte dos alunos, cujo principal aprendizado se dá por meio do exemplo proporcionado pelo docente em suas práticas pedagógicas cotidianas ao lidar com turmas com discentes de diferentes origens sociais, etnias, religiões e opções sexuais e que ainda podem apresentar deficiência visual, auditiva, intelectual e locomotora. O exemplo propiciado pela mentalidade e pelo comportamento do professor em sala de aula no sentido de favorecer a integração de todos os alunos indistintamente é fundamental para a convivência, o respeito e a valorização das diferentes por ...
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  PRINCÍPIOS E LEGISLAÇÃO QUE REGEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA Por JORGE ESCHRIQUI Partindo-se dos princípios de igualdade de oportunidade, educação para todos, acesso e permanência na escola, é inquestionável a necessidade da ampliação das condições para a escolarização de uma grande parcela da população, incluindo-se nesta os alunos considerados portadores de necessidades especiais. A legislação atual utiliza o termo “deficiência”, embora eu o considere um tanto estigmatizador. A expressão "pessoa com deficiência" transmite a ideia de um indivíduo que está com "defeito", fora dos parâmetros "normais" de funcionamento físico e/ou mental do organismo, ou seja, cria uma rotulação. Por outro lado, a concepção de "portador de necessidades especiais" parece-me dar uma ideia de um alguém que possui limitações e que demanda algum tipo de atenção e assistência, embora isto não implique em rótulos que justifiquem empecilhos ou impedimentos a uma convivê...