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A HISTÓRIA DE FREI MAXIMILIANO DE KOLBE, HERÓI E MÁRTIR NO CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DE EXTERMÍNIO DE AUSCHWITZ (AMOR A DEUS, AO PRÓXIMO E A TODAS AS CRIATURAS DA NATUREZA COMBINA COM A EXTREMA DIREITA?) Por SÉRGIO C. LORIT Ao alvorecer do setembro de 1939, de chofre, a morte caiu em cachos do céu, e à sombra dos "Stukas" as ardas de aço do Atila nazista avançaram, destruindo qualquer resistência e incendiando tudo na Polônia. Também a cidade de Niepokalanów foi atingida pelas bombas. Imediatamente frei Kolbe procurou pôr a salvo os seus frades, enviando cada um de volta à própria família. Ele permaneceu no lugar, só com o pequeno rebanho dos primeiros fundadores da "cidade". Mas no dia 19 de setembro, caíram sobre Niepokalanów os primeiros SS de assalto. "Alle raus !" (Todos embora!), foi a ordem urrada. Foram arrastados para fora, obrigados a subir, aos empurrões, em vagões de carga e enviados ao campo de concentração de Amtitz. O que frei K...
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  PRECISO AMAR PARA QUE SEJA AMADO Por JORGE ESCHRIQUI Antes de se dizer que ama ou é apaixonado(a) por alguém e considerá-la(o) como namorada(o), noiva(o) ou esposa(o), é preciso partir-se do pressuposto de que não se aprende a amar ninguém quando não se dá valor à própria vida e não se ama aos seus semelhantes e ao mundo que o(a) rodeia. Como se aprende a amar à própria vida? Quando é desnecessário perder a saúde física, mental ou espiritual para que se possa agradecer pela própria existência diariamente. Um ponto de partida é refletir sobre a própria concepção. Entre milhares ou milhões de espermatozoides no útero materno, eu venci a disputa e consegui fecundar o óvulo que iniciaria a minha luta pela vida. Durante a gestão materna, podemos pensar que temos sorte e somos seres abençoados quando não somos frutos de violência sexual, não somos abortados e somos tratados com afeto quando a mãe possui condições materiais e faz todos os acompanhamentos pré-natal e o pai d...
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  VI NASCER UM DEUS Por CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE (Itabira-MG, 1902 - Rio de Janeiro-RJ, 1987. Poeta, contista e cronista brasileiro, considerado por muitos o mais influente poeta brasileiro do século XX. Foi um dos principais poetas da segunda geração do Modernismo brasileiro) O Cristo é sempre novo, e na fraqueza deste menino há um silencioso motor, uma confidência e um sino. Nasce a cada dezembro e nasce de mil jeitos. *** Temos de pesquisá-lo até na gruta de nossos defeitos. Inventou-se menino para ser ao menos contemplado, senão querido (pois amamos o nosso modo limitado) e de criança temos pena, porque submersos garotos ainda fazem boiar em nós seus barcos rotos. *** Ó lapinha, menino de barro, deus de brinquedo, areia branca de córrego, musgo de penhasco, Belém de papel, primeira utopia, primeira abordagem, do território místico, primeiro tremor. Vi nascer um Deus. Onde, pouco importa. Como, pouco importa. Vi nascer um Deus, em plena calçada, entre camelôs; na vitrine d...